Como lidar com o impacto da cultura gamer em casa?

A cultura gamer está cada vez mais inserida dentro da rotina familiar. Não à toa, que 82% da população brasileira entre 13 e 59 anos, joga algum jogo online, seja em tablet, celular, PC ou videogame. Mas o que de fato caracteriza um jogo? Diferente de uma simples brincadeira, o conceito de jogo consiste numa atividade física ou intelectual formada por um conjunto de regras, recompensas e estratégias, dotadas de uma estética específica que pode ou não se aprofundar em uma narrativa.

A base de jogar acompanha o ser humano desde o passado, mas com a evolução da tecnologia e consequentemente das telas, cada vez mais eles vêm se popularizando. Ao mesmo tempo que comparar a vida com a experiência adquirida quando jogamos, nos provoca fascínio, situação essa que gera uma força em função do que um jogo pode representar para cada pessoa.

Jogar é bom ou ruim?

 

Esse é um tema sempre bem discutido entre pais, filhos e estudiosos da área. Por um bom tempo, a ideia de jogos serem perda de tempo, pairou sobre as mentes de muitas mães e pais, no entanto, com a difusão de notícias acerca do assunto, essa visão foi sendo alterada. Os jogos são pautados em tecnologia, ciência e conhecimento e quando utilizados sem exagero podem servir como forma de exercitar a mente, melhorando o desempenho intelectual.

A grande chave da questão, consiste em achar um equilíbrio no tempo de uso dessa tecnologia. Pois, tudo quando utilizado de forma exagerada, tende a causar mais malefícios que benefícios. Quando dividimos tal assunto em posições positivas ou negativas, temos como lado bom:

  • Desenvolvimento da agilidade no raciocínio;
  • Tolerância a frustrações;
  • Saber lidar com problemas;
  • Sempre ir em busca de soluções;
  • Ser criativo;
  • Adquirir um emprego na área.

Já em relação aos malefícios, apesar de ser um pouco controverso, alguns pesquisadores consideram que jogos, principalmente os violentos, promovem:

  • Menor controle emocional e cognitivo;
  • Sedentarismo;
  • Vício.

E quando o assunto jogos eletrônicos vira uma discussão no lar?


Sala teen – Costa Azul Clube Residencial


Sala teen – Atlantique Residence


Apartamento decorado – Costa Azul Clube Residencial

As formas de se abordar esse assunto dentro das reuniões familiares nem sempre são fáceis. Muitos pais optam por irem pela abordagem da proibição sem explicações, o que nem sempre deixa os filhos contentes. A grande dica, neste caso, é começar monitorando os jogos escolhidos pela criança, o que está envolvido e o que ela acha atraente nele. A partir do momento que os tutores passam a compreender mais sobre, se torna possível apreciar melhor o valor dos jogos que seus filhos estão jogando, bem como identificar algumas das possíveis causas de preocupação. Muitos dos medos sobre os videogames vêm de não entendê-los.

Outra alternativa bastante interessante vem da frase: “se não pode com ele, junte-se a ele”. Essa ideia vem daqueles pais que são ou já foram fãs da cultura gamer/geek e resolveram participar dos jogos com os filhos. Pensando nisso, a WKoerich planejou uma estação gamer em um dos apartamentos decorados do Costa Azul Clube Residencial com o intuito de inspirar novos moradores a fazerem o mesmo. Muitos afirmam que essa prática de jogar com os filhos tem contribuído com o estreitamento de laços e a diminuição da preocupação para com as atividades que as crianças têm feito.

Vindo nessa onda, a WKoerich passou a investir em espaços gamer, pensando em trazer mais um atrativo para a família. Esse é o caso do Atlantique Residence e do Costa Azul Clube Residencial, onde ambos possuem o espaço teen com videogames à disposição.

Se você deseja proporcionar ao seu filho esse tipo de diversão, venha conhecer esses espaços nos empreendimentos WKoerich e se surpreenda!

     

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